It’s Moustache Day! (I)
Seguinte: almejo um bigode como alguns de vocês aí almejam a invenção de uma máquina que possibilita o deslocamento gratuito e instantâneo no tempo e espaço para todos os festivais de verão dos Euá e da Europa. Houve uma época em que eles (os bigodes, não o Reading) eram meio que obrigatórios nos melhores círculos sociais, juntamente de portentosos chapéus-coco, e gostaria de ter frequentado esses círculos. Mas sequer teria a oportunidade de ser defenestrado dos mesmos por má-conduta, já que não entraria em nenhum porque, aos 20 anos de idade, possuo apenas uma leve penugem no lugar onde deveria existir um vistoso e bem cortado moustache.
Então decidi falar de grandes homens (“grande” no sentido de contribuições abstratas ["abstratas" no sentido de "não inventamos a brastemp, mas colocamos uns discos, uns livros e mais uns filmes aí na praça"] e indispensáveis para a humanidade) que possuem, ou possuíram, um bigode que é alvo de minha imberbe e saudável inveja. Toda segunda-feira você irá encontrar aqui, nesse garboso espaço, uma imagem mais breves impressões da minha pessoa sobre esses exemplares mantenedores de tão estranha, mas fascinante manifestação do tecido epitelial. Até o meu próprio bigode decidir aparecer das profundas de meu ser, irei manter essa categoria de posts, esperando ansiosamente pelo dia em que irei encerrá-la com uma imagem do meu eu sustendando, entre o empinado nariz e boca ligeiramente aberta, um orgulho de bigode.
Para inaugurar esta sessão,
Stephen Malkmus:
Adotou o moustache já distante do ápice que a exposição de sua imagem atingiu (que nem é tão ápice assim), quando estava à frente do Pavement. Agora, com o The Jicks e um ótimo-e-indispensável disco discretamente difícil recém-lançado – Real Emotional Trash -, o Stephen Malkmus dá início ao cultivo do bigode, em detrimento dos porcos e feios objetos que o substituíram em nosso tempo (tatuagens, piercings). Ainda faz uso de umas roupas que procuram emular o espírito da época em que o bigode era lei, para explicitar a elegância de ambos.
Memoráveis sentenças proferidas sob o bigode:
“are you just a present waiting to be opened up and parceled out again?“
“the torture of the with expressway at 5 pm on friday gives you some idea of how rejection makes me feel“
Ambas saídas de “Gardenia“, faixa 5 do disco Real Emotional Trash .
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Na próxima semana: Daniel Plainview e a estreita relação entre bigode, virgindade na terceira idade e maldade humana.

só você e rudá mesmo viu.. não conheço mais ninguém que ache essa “coisa” bacana.
hahahahaha
mas espera que um dia cresce!
belo bigode.
ainda deixo o meu assim, mas ainda me faltam colhões…
as mulheres falam mais alto, como cê vê aí em cima. :/
ah, tira esse ‘fora do eixo’ dos seus links aí e põe esse:
http://achoumamerda.wordpress.com/
agora vai!
Porcas e feias teu rabo. Tu não tem é coragem de fazer uma tattoo. O teu bigode, ou penugem, tu tira com uma esponja grossa. É grude isso. Tome banho que sai.