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Acho que o mais recente mérito da internet é esse: as primeiras edições da Playboy disponíveis gratuitamente. É tanta coisa boa, em todos os sentidos, que ainda tô meio dizzie de ler só os índices das edições já disponíveis: entrevistas com Miles Davis, Anthony Burguess; uma conversa entre Joseph Heller e Vonnegut; contos de Nabokov, Collier… Agora, tenho me impressionado com um texto que tenta prever quais os livros da época (essa edição é de janeiro de 1966) seriam considerados clássicos em 2066. Enfim, vai lá no http://playboy.covertocover.com e se martiriza mais ainda por viver em tempos em que entrevista com tipos como jorge kajuru são de alguma importância. É só instalar rapidamente um programa do windows e aproveitar as ferramentas que facilitam muito a leitura das revistas, como índices que direcionam exatamente para onde se quer ir e ferramenta de busca. E tá lá sim, todo o swing do nascimento da cultura pop desnudado. Nada mais importa no interwebs, nada.
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No www.oinimigo.com você irá encontrar minhas impressões sobre o úlitmo show de Liza Minelli em solo brasileño, que inundou de beleza, trinados e pelanca o Via Funchal no último dia 19. Foi e-mo-cio-nan-te! Tão mágico que suplantou o vazio que eu vinha sentindo por estar ausente do show da pétala de rosa vermelha em forma humana, Sr. Julio Iglesias.
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Woody Allen está a ponto de divulgar o resultado das gravações do mais recente “De Volta Para A Minha Terra”. Abaixo, belas imagens resultantes de tão aguardado reencontro:
A Evan nunca esteve tão bonita. Dá pra notar mesmo nas imagens estando em tamanho reduzido. Caso você queira ver num tamanho que preencha todos os pixels da sua tela, é só clicar em cima da imagem. E tem o Larry também, que está um senhor quite charming.
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Aqui, Madoff vs. The Lobsters, conto do Allen publicado pela New Yorker. Trés funny, sim.
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Essa notícia aqui também me deixa bem feliz, tanto pela escolha de elenco quanto de locação. Há uma falsa impressão de que a Nicole Kidman, desde As Horas, não acertou na escolha de nenhum dos seus projetos posteriores. Um engano generalizado, pois sim: Margot At The Wedding é um tanto espetacular, só pela maneira como constrói, lasca de gelo por lasca de gelo, uma Groelândia em forma de filme.
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Acho que é isso. Vou ali fingir interesse em música local.
Sem alarme, nem surpresa. Só no sapatinho…
Isso aqui vai ficar assim
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até a terça da próxima semana. Só aviso para evitar o achismo de que sou rico e, ao invés de dedicar meu tempo livre a uma alimentação constante desse tamagochi, gasto milhares em pó e putas.
Mas os meninos d’O Inimigo provavelmente irão manter o garboso esbaço em questão atualizado com uma certa periodicidade.
Vocês também podem se entreter com isso:
Ou com algumas imagens que eu usaria no topo desse lay-out, caso fosse permitido:
Ou com a notícia de uma possível volta do It’s Moustache Day!
Son, are you high?

Tem muita gente com mais tempo de sobra do que eu para postar ensaios da Vanity Fair, e ainda em blogs com layout mais modernos e eye-catchers que esse aqui. Mas me sinto no dever de mostrar esse ensaio aqui mesmo, principalmente a foto acima. A cafungada que o Rudd dá no cangote do Rogen, e a direção esquiva que os olhos desse tomam, QUASE vale mais que uma imagem do Adam Sandler e do Martin Lawrence sendo esquartejados pelo Will Ferrell (Annie Leibovitz, desenvolve aí). Aproveito a ocasião para deixar aqui o trailer de um dos filmes que mais espero ver esse ano: Observe and Report, que espero, finalmente, que atraia a devida atenção do mundo para Anna Faris, mulher a quem eu, o Ang Lee, a Sofia Coppola e mais um tanto de espertos, prestamos uma devoção livre de ironias.








