Da Década!

Publicado em Sem-categoria por Tiago Lopes em Maio 25, 2009

poe

juliet

via uns tumblrs aí.

Publicado em Sem-categoria por Tiago Lopes em Maio 25, 2009

R.I.P Jay Bennett

Sempre achei esse visu dele algo meio Predador, logo asqueiroso. Mas era um sujeito um tanto empolgado durante o processo de criação da banda. Ao menos é o que dá pra notar vendo o quão hiperativo ele era nas gravações do Yankee Hotel Foxtrot, como você pode ver em I’m Trying To Break Your Heart, (categoria “documentário essencial”). Fez ao menos uma das grandes músicas do Wilco, enquanto estava na banda: “My Darling”. Os créditos dessa são divididos com o Jeff, como quase todas do Summerteeth, mas a gente sabe que é só dele mesmo. Ao menos isso o mundo tem que creditar SOMENTE  a ele. Enfim, morreu numa hora até cabalística, já que deve ser lembrado em tooodos os shows da nova turnê do Wilco. Não deixa de ser aparício nem na hora da morte…

3t, 2f

Publicado em Cinema por Tiago Lopes em Maio 15, 2009

The Road:

Nem tanto por ser do Cormac, já que é previsível apontar awesomeness em algo derivado de sua obra. O fator determinante de transposição 100% confiável atende pelo nome de John Hillcoat. A Proposta, seu filme anterior, é um dos dois filmes pós-Os Imperdoáveis que conseguiu, em algum nível, enganar que era uma ligeiríssima evoluação do western, gênero que existe completamente dentro de um único filme – Once Upon A Time in The West.

(O outro é a refilmagem de 3:10 to Yuma. Imagine uma cartela, cheia de quadrados vazios, preenchidos à medida em que os itens descritos nela vão se mostrando no filme. No topo dessa cartela está escrito: “itens para se fazer um western necessário“. A cartela de 3:10 to Yuma está todo preenchida, e o item que diz “use sabiamente a obra de Elmore Leonard” está com o quadrado enfaticamente rabiscado).

The Boat That Rocked:

É o primeiro filme do Richard Curtis que não vai dar vergonha de afirmar, em público, que eu altos curto (toda a filmografia dele me é aprazível). Escolhi esse trailer porque tem Kinks tocando, mas esse outro tem mais piadas.

Nine:

Day-Lewis, o homem que todos nós – se petroleiros ou deficientes ou moicanos fôssemos – queríamos ser, rodeado por Nicole Kidman, Penelope Cruz, Marion Cotillard e Kate Hudson. Além de prometer ser grandessísima coisa, esse filme vai, finalmente, ser a segunda coisa superiormente interessente na vida da Hudson. Desde Almost Famous, ela erra com a mesma constância de um homem feio dando em cima de alguém como ela. E é chato ver alguém a quem você devotou alguns minutos da vida fazendo tanto filme ruim.

A fala da Judi Dench no início é quase tão empolgante quanto a levantada de pernas da Penelope no meio. Sophia Loren quase estraga tudo no final, se fosse pra colocar uma tia, que chamassem a própria Cardinale. No trailer, não consegui perceber quem vai ser a Cardinale. Mas a Anouk vai ser a Cotillard, certo? Grande escolha. Enfim, acho que falta busto para as outras ocuparem o papel da Cardinale. Mas, se o critério for chiquismo, a Nicole é a que chega mais perto.

Também vamos ter Deus, em ousada 3×4 e de bigode;

ferrell

E uma caveira:

chloe

My real name is Dick Whitman

Publicado em Sem-categoria por Tiago Lopes em Maio 4, 2009

No sábado, eu vi  o Frank Sinatra Jr. duas vezes, em duas séries diferentes: num episódio da segunda temporada de Sopranos, jogando cartas; e num episódio de Family Guy, fazendo dueto com o Brian. Nunca soube da existência dele, do nada, mais onipresente do que a minha mãe. Em alguma dimensão, na qual eu jamais entrarei se exigir traje sport fino, isso deve querer dizer alguma coisa.

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Depois de amanhã, começa o Lebowski Fest em Los Angeles. A lista de atividades provoca uma ansiedade penosa, porque, por enquanto, não será positivamente saciada. A lista de convidados, encabeçada pelo cara que faz PAW! no Daily Show e no seis-vezes-visto-em-um-mês Step Brothers, tá tão scrumtrelescent quanto a do Lollapalooza 2009.

No mais, um dos Coen tem uma recém-carreira teatral paralela que parece ser bacana, bacana.

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Esse post deveria ser isso: imagens do Wolverine, de braços abertos, garras à mostra, e fazendo “NOOOO” e “AAAAAH” em cima do Corcovado, no meio dos emos da Rua Augusta, rasgando o logo de caminho das índias e descendo o morro do careca. Tudo baseado na informação de que o Hugh vem ao Brasil. Me falta conhecimento técnico, mas percebo que tem me sobrado pouco senso de auto-crítica, já que divulgo a VONTADE de fazer isso.

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Tá meio vergonhoso colocar essas coisas assim, descompromissadas com qualquer coisa além de superficialmente não fazer você gastar uma viagem. Ex.: o que me faz continuar vindo à universidade é a quantidade de passes estudantis que já gastei nesses últimos quatro anos. É por respeito a eles que me graduarei.

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Espero com a certeza – construída seguramente por experiências anteriores – de que vai me deixar plenamente satisfeito:

wilco