O final desse vídeo é das coisas mais engraçadonas do presente espaço/tempo. De vera.
Update (como se a humanidade, já muito ausente disso aqui, fosse notar um adendo a um post old as dinosaur shit como esse):
Altos queria as três. Só sinto que o bananão não tenha mais nenhuma revista minimamente aceitável. Tenho sentido alguma falta do passeio massa que é entrar em uma banca e sair folheando a nova aquisição dentro do ônibus, até chegar às planícies verdejantes onde a minha casa está instalada. Billboard terá edição nacional e será bem pfff mesmo.
Thighs twitching in the anticipation of love-making
Essa é a minha música favorita da década. É de uma banda para a qual eu tenho, no máximo, alguma simpatia. Não conheço nenhum disco dela na íntegra, nem esse no qual essa música está. E nem quero admitir muito que é essa mesma, tem altas bandas que eu curti mais, que eu homenageei comprando camisas e tatuando seus nomes nas costas, à frente de um dragão comendo uma pin-up. Mas, toda vez que eu escuto essa música, ou só lembro dela, no ônibus, no trabalho, na terceira dimensão, fico emocionado pacas. Tô ouvindo aqui e… putz… loucura caldeirão, loucura dani bananinha.
“No reputation left to destroy”: ha ha ha*
O Castelo dos Destinos Cruzados é okey, com a nota final ajudando numa compreensão melhor da coisa toda e meio que sabotando-a também. Fiquei com a impressão de que todo o intricado e difícil trabalho que o Calvino falou que sofreu para elaborar a segunda parte é um tanto quanto nhé quando você presta bem atenção no seguinte: por mais que ele detalhe os significados das cartas, para elas não parecerem com outra coisa além da que ele está dizendo que são em determinado momento, dá pra notar que o senhor meio que perdeu o critério de verossimilhança. Em algum ponto do final, uma carta podia ser qualquer coisa que ele quisesse que fosse. Essa free-and-loosidade toda também se estende ao leitor, qualquer coisa que eu quero que uma carta seja, ela vai ser, é só eu arranjar uma desculpa que não envergonhe a vizinhança pra ligar todas elas. Então, o esclarecimento que a nota faz no final, quando o Calvino diz que quase abandonou tudo por não conseguir ligar os contos da segunda parte, soa como uma auto-valorização de um trabalho que nem foi tão grande sim. A parte em que ele acha três peças do Shakespeare no meio das cartas confirma o que eu tô querendo dizer.
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The Substance of Style é uma série de artigos da Moving Image Source sobre as principais influências do Wes Anderson. É dividido em cinco parte: Bill Melendez, Orson Welles, and François Truffaut, Martin Scorsese, Richard Lester, and Mike Nichols, Hal Ashby, Salinger e um vídeo do prólogo do Royal Tenenbaums com umas anotações. Não li nada ainda, por falta de unidades temporais disponíveis, mas me senti impelido a indicar (‘impelido’ as ’showing my google skills’).
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Ler algumas das resenhas já publicadas sobre Moscou (Coutinho) tem me dado mais satisfação do que a sentida em quase todos os filmes que eu vi esse ano. Com algum exagero, afirmo isso a vocês.
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O disco é irregular e esse vídeo parece bastante influenciado pelas últimas incursões no gênero feitas por george michael, mas a música é BOA, bem boa.
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quê mais? quê mais?
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Dr. Jules Meecham: You mean you don’t drink?
Reverend David Ruteledge: No.
Dr. Jules Meecham: In other words, when you get up in the morning that’s as good as you’re gonna feel all day.
ou
Shelby Munker: Well I try to do natural things. A lot of people in my family died of cancer. Bye.
Ruby Sparr: They… they died of cancer smoking pot?
E esses nem são os diálogos mais engraçados de A Wedding, um dos melhores do Altman. Sério. Já já deve chegar em dvd com o tratamento de luxo da Criterion Collection. Daí, se algum crítico do fim dos 70 ainda estiver vivo e tiver que rever, vai engolir tudo o que escreveu de negativo sobre essa maravilha na época. Gosto muitão daqueles dois grandes planos se abrindo no início do filme: um sobre a igreja e o outro sobre a casa aonde a festa de recepção acontece. O plano final é mais bonito ainda. E o timing. O Altman criou uma espécie de ritmo pra comédia que ninguém conseguiu imitar, ou se aproximar com cuidado suficiente para citar como influência. A maneira como as piadas são montadas aos poucos, uma sequência sendo interrompida por outra, culminando num punch-line sempre hilário das duas (nos melhores filmes), merece uma apreciação respeitosa, no mínimo. Os trejeitos esnobes e um tanto imutáveis que os atores sustentam por quase todo o filme passa uma falsa impressão de que eles são só um mero tamborete para o que realmente importa (a joke). Mas é só falsa mesmo. Tenta você ser esnobe por 30 minutos seguidos que sejam. Acho que só a Kristin Scott Thomas nasceu com o dom de parecer esnobe o tempo todo. Mas só usou-o bem uma única vez (em Gosford Park, sim sim).
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Já que citei Criterion, deixo aqui o link para as listas de top’s 10 dos filmes já lançados por ela, feitas por umas galeras massas aí. Tem de Mike Allred a Adam Yauch (a lista dele é a mais engraçada).
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*Embróglio mais divertido do ano, até agora. Se o cara ganhar a causa com uma desculpa dessas, é o fim do mundo civilizado como o conhecemos. Kids today…
Não há nada nesse mundo que justifique alguma simpatia, a mais misroscópica que seja, de alguém por uma banda como o The Smiths. Até escrever esse nome seguindo as regras da boa gramática e da boa educação, com letra maiúscula, soa como uma auto-ofensa. A música é ruim como nenhuma outra já criada nos limites desse sistema solar, e tenho em mente, principalmente, a produção quantitativa da música criada em nossa região. Nem todos os 39 volumes de uma auspiciosa banda propagadora da “música regional” é tão prejudicial ao bom gosto quanto a criada pelo the smiths. E ver seus integrantes executando a manifestação sonora do adjetivo “degradante” é desgastante como atravessar a nado um mar de 165.454m³ de gelatina com pedaços de cereais gigantes no meio de todo o caminho. Tem um bar (que o fato de eu ainda, esporadicamente, frequentá-lo é prova incotestável de que a minha voz interior perdeu a moral faz tempo) que executa toda a videografia dessa banda em três telas diferentes quase sempre que vou lá. Se me sento numa posição que dificulte o alcance da minha curiosidade mórbida até o seu alvo favorito, ainda assim, escuto meio que em baixo volume a voz de garotinha-em-constante-trabalho-de-parto do morrissey. É como se eu tivesse atirado em trinta mil poodles e estivesse sendo devida e justamente punido. Para os que gostam, é chegada a hora de admitir a existência de um terceiro olho no lugar do umbigo. Só com esse extra de percepção para entender a competência de algo como the smiths.
minha idéia para enriquecer no interwebs
Quem são as outras duas single ladies? Ambas são tão sensualmente sensuais quanto a Beyoncé, logo dignas de terem seus nomes conhecidos por todos os apreciadores dessa lasanha de bacon coberta de ketchup em forma de vídeoclip. Divagando mais um pouco sobre isso, tive a melhor idéia para enriquecer entre um entardecer e uma alvorada da década: criar um IMDB de vídeoclips.
Antes de mais nada: “clip” é uma palavra tão feia e desprovida de sentido quando aplicada a essas pepitas de poucos minutos, que sinto vergonha sempre que sou impelido a falar esse nome por falta de alcunha melhor, já que “vídeo” abrange muito mais coisas que essas preciosidades de veículo publicitário e “vídeoclip” é tão monstruosa que, ao ser pronunciada, vejo morlocks gigantes lambendo meu pescoço. E o que fazer para denominar vários deles? Chama de “vídeoclipS“? Pelas barbas de Absalão! Soa como um coral de lobos tocando flauta-transversal para uma platéia cheia de will smiths. Não que eu tenha qualquer outra palavra para colocar no lugar, mas estamos aí, há quase 40 anos fazendo “vídeos” comercialmente e os ventos da esperteza ainda não sopraram em nossos cangotes para denominarmos de maneira justa a única forma de arte criada no século XX (péra, isso e séries de tv).
Retomando aqui, se existisse um banco de dados sobre clips (vamos de clip, porque rima com “hip”, “vip”, “tip” e “kibe”), iria facilmente achar o nome das anônimas single ladies e, de posse de tão necessária informação, poderia googlar e achar até mesmo edições especiais da playboy com fotos das moças em momento pré-mini-fama na vizinhança.
As pessoas que atuam em clips certamente aspiram por grandes papéis em grandes filmes e vêem nesses curtas musicados uma possível catapulta para um maior objetivo. Mas, devido a inexistência de créditos ao fim dos clips, todas são reduzidas a um inexplicável ostracismo, já que aparecem diariamente em horário nobre por mais de um mês. As únicas atrizes de clips que conseguiram furar o bloqueio do anonimato imposto pela ausência de um banco de dados foram: a Chloe Sevigny, que fez Sugar Kane (Sonic Youth) e taí até hoje, toda saudável, fazendo Zodíaco e não esquecendo das suas origens (como você pode conferir nessa beleza de clip que é Gamma Ray); Angelina Jolie, que começou estática e gigante num vídeo dos Rolling Stones e seguiu estática e pequena em filmes quintessenciais como Hackers e Gia; e Mary Lynn Rajskub (fez-se necessário uma googlada), que fez The Good Life (Weezer) e reprisou esse mesmo papel em absolutamente tudo que fez depois, só que em locais de empregos diferentes, como na CTU de 24 Horas.
Só iremos de “possível” para “definitiva” catapulta para grandes papéis quando um organizado e completo banco de dados sobre clips estiver à disposição de todos. Nomes serão erguidos e carreiras construídas graças a essa minha grande invenção. Dançarinas finalmente deixarão de ser “aquela de colant roxo” para terem seus kimberlies e stacys ecoando na boca de seus milhões de viewers. Roteiristas sairão da sombra dos diretores e serão devidamente creditados. Essa indústria terá, enfim, um rosto mais completo.
Não saco nada do internets, aceito colaboração e shareio lucros & bitches igualmente.
I just want four walls and adobe slabs for my girls
Originalmente publicado no O Inimigo. Só redundei para esse espaço porque talvez eu demore a postar alguma coisa que valha o precioso tempo de vocês aí. Talvez! Amanhã, pode ou não pode ter um novo ensaio rocambolesco sobre Crime e Castigo por aqui. Vão lá no
se quiserem ler as listas mais ufanistas de Alexis Peixoto e Hugo Morais.
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E 2008 foi – contrariando as expectativas criadas por um 2007 um tanto escasso de sons orgânicos – bastante prolífico em simplicidade, devido à decisão tomada pela grande maioria dos listados abaixo de colocarem uma BANDA na linha de frente, dando uma enxugada sonora entre seus discos anteriores e os listados aqui e criando seus trabalhos mais refinados. Taí, 2008 foi um ano bem refinado pra música. Até as estréias mais interessantes foram bastante refinadas, como se possuíssem a experiência de três discos nas costas. Então, segue o resultado todo desse refinamento:
1) The Walkmen – You & Me

O Walkmen é uma das escassas bandas em plena atividade que ainda faz ÁLBUM, conjunto de canções que podem ser aproveitadas ao máximo se ouvidas em conjunto, do início ao fim do disco que as contém. E esse é o disco do Walkmen que faz mais justiça a esse conceito.
2)Stephen Malkmus & The Jicks - Real Emotional Trash

Em nenhum outro disco de 2008 há de se achar tanta guitarra quanto nesse. Se, em 2007, LCD Soundsystem e M.I.A. ajudaram a desmoralizar um pouco quem se baseava em guitarras pra fazer música, só alguém como Stephen Malkmus para trazer o noise de volta. “Real Emotional Trash” é uma das melhores músicas criadas pelo ex-líder do Pavement: com pouco mais de dez minutos e “dividida” em duas partes, é tão obra-prima quanto “Newark Wilder”, “No Life Singed Her Now”, “Shady Lane”…
3)Beck - Modern Guilt

Aparentemente, a mesa de som do Beck perdeu uns 70% de botões no dia do início das gravações de Modern Guilt, e ele decidiu, pela primeira vez desde o Mellow Gold, que não ia atingir a perfeição combinando reco-reco com áudio de game boy. Colocou a banda na linha de frente – e usou os 30% que restaram dos botões – pra fazer a obra mais simples e fácil de se ouvir da sua extensa discografia. Viciante como nem o Odelay conseguiu ser (não que seja melhor que o Odelay, só é mais viciante mesmo).
4)The Black Keys – Attack & Release

Os ventos da mudança conseguiram alcançar também o Black Keys, que é tão massa e nunca deu sinais de desgaste em sua simplíssima configuração: esse é o primeiro disco da banda não gravado num porão, mas num estúdio de verdade. Mas a mudança foi sutil, como era de se esperar de uma banda que não possui um erro sequer no currículo. E, se nas baladas nunca acertavam 100%, até esse deslize conseguiram corrigir com “Lies”, grande música roedora de 2008. O rock ta lá, mais direto ainda em “Remember When (Side B)”, e muito bem talhado em “Oceans & Streams”.
5)Vampire Weekend – Vampire Weekend

Nem gostei muito às primeiras audições, mas elas foram o suficiente para deixar o disco alojado em algum lugar da cabeça. Depois de um tempo, o cérebro pediu por mais audições e, quanto mais se ouve esse disco, mais se quer ouvir de novo, e de novo, e de novo. Zero clichês roquenroll, tudo soando um tanto original, mesmo quando você acha que “Mansard Roof” cabe muito bem num trio elétrico e que alguma coisa eles surripiaram das trilhas dos filmes do Wes Anderson.
6)Fleet Foxes - Fleet Foxes

“White Winter Hymnal”, sozinha, já garantiria alguma vaguinha no roll das bandas que iremos lembrar daqui a 10 anos ao Fleet Foxes. Mas todo um disco à altura dessa música foi entregue juntamente com ela. Hippongas deveras convincentes mesmo, pra conseguir agradar meio mundo não falando sobre nada além do onipresente “tema rural”.
7)Little Joy – Little Joy

Mãedinazeando um pouco, acho que o Little Joy vai ser banda de um disco só. Quando a porção rica do projeto voltar para suas ricas origens, falaremos do Little Joy apenas pela nostalgia da coisa. Então, bora elogiar o discão de estréia deles enquanto é tempo, porque pode ser, literalmente, a singular obra dessa promissora banda. Melhor concentração de baladinhas de 2008 e despretensão que não pende pra burrice ou preguiça, só vontade sincera de tocar música boa mesmo.
bônus:

8)She & Him – Volume One

Queria colocar esse disco ao lado do Little Joy. Os dois discos são idênticos quando se julga os seus melhores acertos: a despretensão e a sinceridade em tocar música boa só pela vontade incontrolável de fazer isso, sem pensar em objetivos mundanos. Quem canta aqui é a Zooey Deschanel, mais conhecida como atriz (Guia dos Mochileiros, Fim dos Tempos) e dona de um chamativo par de olhos azuis. Só é muito massa porque possui o basicão que os bons ouvidos estão acostumados a ouvir desde sempre: pop radiofônico dos ‘60, country…
9)Tv On The Radio – Dear Science

Achava que nunca ia acontecer, mas o Tv On The Radio cedeu um pouco no artê que, às vezes, prejudicava demais umas músicas com maior potencial, e finalmente vez um disco for real de negão: cheio de ginga. “Dancing Choose”, “Golden Age” e “Red Dress” são provas bastante swingadas disso. O defeito maior desse disco foram umas músicas lentas tão equivocadas que podem se passar fácil por cria do Pet Shop Boys, como bem disse o Alexis.
10)Hot Chip – Made In The Dark

Made In The Dark sofre do mesmo problema que impediu o Dear Science de ser um discaço sem ressalvas: a insistência em fazer baladas, que sempre ficam constrangedoras demais porque, claramente, suscitar emoções noveleiras não é um talento que essas bandas possuem (as desse disco parecem hip-hop-de-amor do top 10 da Multishow). Mas de resto, o Hot Chip me parece a única banda que soube usar bem o Devo como influência e ainda ser mais divertida que os donos do conceito de pop cabeçudo.
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Créditos das imagens: 1); 2); 3); 4); 5); 6); 7); bônus; 8); 9); 10).
:O
Porque eu acho essa logo muito bem transada e cheia das mudernidades, sempre vou estampá-la por aqui quando postar um texto por lá. Então, clica na img e procura “O Trigo do Joio I: Kings of Leon“, para se esbaldar com as minhas words of wisdow sobre o equívoco que são os dois discos mais recentes dessa outrora grande banda. Depois, passeia pelo resto do sítio para ler mais sobre di-veeeer-sos assuntos, em textos serelepes de Hugo Morais e Alexis Peixoto.
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boina: you’re wearing it right! (daqui)
Andrew Bird, o melhor letrista aí na atividade (ouvir “Armchairs” como prova irrefutável) e um cara único em sua humilde ambição de tornar o barulho do assovio em algo tão complexo quanto os produzidos por tradicionais instrumentos musicais, teve seu mais recente disco vazado no último fim de semana. Já ouvi umas dez vezes, já tenho umas favoritas e puerra! musicão essa “Masterswarm”. Já já, resenha avaiable n’O Inimigo.
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Já faz pouco mais de duas horas que comecei a fazer esse post. Nesse tempo, procurei algum still da Claire Forlani em Mallrats, mas não achei nenhum que satisfizesse meus desejos: do começo do filme, na primeira aparição dela, vestindo uma blusa cinza, com a barriga à mostra e uns óculos grandes de aro preto na cara, compondo uma das personagens mais “sedução sensual” dos anos 90. Queria postar essa imagem aqui e ficar admirando até cansar a vista, mas necas. Até coloquei o dvd no computador, dei um print-screen, mas tudo que apareceu no arquivo salvo foi uma imagem preta, ligeiramente diferente do que eu queria. Então, hei de me conformar com essa aqui:






